RESENHA: Guerra dos Canudos

O filme conta a história de Antônio Vicente Mendes Maciel, conhecido como  Antônio Conselheiro. 

Durante o final do século XIX, Conselheiro andava  pelo sertão do nordeste, principalmente da Bahia, que já naquela época, já existia fome, seca e miséria, buscava levar mensagens de Deus – como se Ele ordenasse essa missão – e aconselhava a população  carente e esquecida pelo governo, cujo o país já tinha deixado de ser Império  e era um país republicano, governado pelo militar Marechal Deodoro da Fonseca e Floriano Peixoto.
Conselheiro foi o líder da pequena comunidade Arraial de Canudos, localizado na Bahia. A maneira como ele levava a crença à população se repercutiu tanto naquela época, que o governo começou a se preocupar  achando que ele fosse uma ameaça a sociedade e ao próprio governo. O mesmo resolveu reunir as tropas militares do local para que, pudesse lutar contra a comunidade Canudos. 

O primeiro combate da Guerra dos Canudos aconteceu em Uauá, no dia 21 de outubro de 1896 e, terminou em 1897.

A Guerra dos Canudos durou um ano, pouco tempo comparado a outras guerras  que existiram no Brasil, mas muito tempo para aqueles que não aguentavam mais lutar e perder entes queridos. Tais como, lutar por  achar que um homem está sendo uma ameaça por simplesmente  reunir seguidores em prol de construir uma igreja na comunidade.
Conselheiro era visto como louco fanático religioso e contra ao monarquista e muito perigoso; mas ele era nada mais que um homem que peregrinava.

Antônio Conselheiro nasceu em 13 de março de 1830 e morreu lutando no dia 22 de setembro de 1897, contra um povo que o perseguia  para ajudar uma parte da população carente que vivia em uma cidade pobre do estado da Bahia. 

Texto escrito por: Ana Paula Bastos
Disciplina: Formação da Sociedade Brasileira
Curso: Publicidade e Propaganda
Universidade de Mogi das Cruzes

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